Livro Sistemas de Ordenhas

Acaba de ser publicado o Livro “Sistemas de Ordenha, de autoria de Osmar Redin e Carlos Alberto Machado, trata-se de uma obra de singular importância para o Sistema Cooperativista que trabalha com a atividade leiteira, pois vem preencher uma lacuna histórica no segmento da mecanização e manutenção dos equipamentos.

 

O Livro inédito no Brasil, aborda de forma didática, objetiva e de fácil entendimento, os seguintes temas: A Ordenha; características e composição do leite; anatomia da glândula mamária da vaca; fisiologia da lactação; normas relacionadas à contrição, instalação, funcionamento, manutenção e operação das ordenhadeiras mecânicas e refrigeradores de leite; IN62, história do desenvolvimento da ordenha mecânica; tipos de ordenhadeiras e seus componentes, desde a balde ao pé até a canalizada, descrevendo características; equipamentos de aferição de ordenhadeiras; limpeza e higienização dos sistemas de ordenha; tipos e modelos de salas de ordenha; rotina de ordenha. Traz ainda, em seus anexos, um rico e farto material de grande utilidade e importância, inclusive para àqueles que necessitam, ou queiram aprofundar seus conhecimentos nesta área.

 

Pela relevância do tema e o quanto essa obra pode agregar em conhecimento, valor à formação de técnicos, aprimoramento de produtores de leite e, e especial, à melhoria da qualidade do leite produzido, estamos propondo a divulgação, patrocínio ou aquisição de alguns exemplares para distribuição aos produtores, técnicos, estudantes e às instituições para que possa alcançar o maior número de pessoas interessadas.

 

Além do que já foi exposto, nossa solicitação se fundamenta em algumas situações objetivas que se constata em relação a implantação e uso de ordenhadeiras pelos produtores de leite, como segue; Dos 85 mil produtores no Estado em que tem o leite como fins comerciais, portanto fonte de renda, apenas 61% dos possui local adequado para fazer a ordenha em condições higiênicas; 29% dos produtores possuem sala de ordenha com fosso ou rampa para diminuir a necessidade de esforços e o sacrifício que esse trabalho impõem; 59% possuem ordenhadeira balde ao pé, 20% odenhadeira canalizada, 20% possuem transferidor, equipamento não reconhecido pelas normas e 7% dos produtores ainda ordenham suas vacas manualmente; 72% possuem refrigerador de expansão; 23% refrigerador de tarros (refrigeração indireta) e 5% estão sem refrigeração adequada para o leite; apenas 39% dos produtores possuem aquecimento de água para higienização e 55% não sabem qual temperatura da água para fazer a higienização, fato preocupante, uma vez que sem água quente e sem a temperatura adequada não se consegue fazer uma higienização. Esse cenário, que se repete por todo território nacional, tem sido responsável, em grande medida, não só pela falta de qualidade do leite como também por prejuízos constantes aos produtores e a sanidade dos plantéis. Entre inúmeras outras que poderiam ser mencionadas, uma pesquisa no Paraná identificou que 55% das ordenhadeiras tem entrada indevida de ar; 64% com frequência de pulsação acima do recomendado; 73% das ordenhadeiras instaladas com produção de vácuo abaixo da capacidade nominal; 45% das ordenhadeiras com lubrificação inadequada; apenas 42% dos produtores sabem a frequência de pulsação dos pulsadores; e tão somente 47% dos produtores sabe o momento da troca das teteiras.

 

Diante do quadro tão deficiente e lamentável, os próprios produtores reconhecem que uma das dificuldades é conseguir alcançar a qualidade de leite que precisariam, sendo apontado por 32% dos produtores.

 

O Livro está sendo comercializado pelo autores ao preço unitário de R$ 85,00 podendo ser negociados descontos de acordo com o volume de exemplares a serem adquiridos.

 

A AGPTEA também está comercializando o livro para seus associados.

Informe-se pelo fone 51 3225.5748 ou pelo e-mail adm@agptea.org.br

 

 

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