Agptea lança livro que conta a sua trajetória iniciada há mais de 50 anos

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A Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) realizou na noite desta quinta-feira, 25 de novembro, a sua Assembleia Geral Extraordinária que registrou como ponto alto da reunião o lançamento de um livro que conta a trajetória da entidade iniciada há mais de 50 anos. A reunião aconteceu dentro da programação do 37ª Encontro Estadual de Professores do Ensino Agrícola, promovido pela entidade, no Centro de Eventos do Hotel Blue Open, em Erechim (RS).

Com o título “Agptea – História, Lutas e Conquistas”, o livro foi escrito pelo professor Heitor Thomé da Rosa, que esteve à frente da Associação como presidente por três ocasiões, e reconstrói a memória da entidade. Ao lançar a publicação, o atual presidente da Agptea, Fritz Roloff, afirmou que o professor foi incentivado a reunir a história da entidade, pois foi quem mais viveu essa trajetória de forma concreta. “O povo que não conhece a sua história às vezes replica fatos não verdadeiros”, enfatizou, colocando que esta publicação deve ficar como marca da Agptea.

Em seu discurso, o professor Rosa se disse emocionado, salientando que o livro é um exemplo de autonomia da Agptea. “Foram horas de pesquisa em documentos e jornais que registraram as atividades da Agptea a partir de 1969”, contou. O livro é um resgate das lutas e conquistas da Associação que hoje é referência na qualificação de professores de ensino agrícola, oportunizando conhecimento e tecnologia às gerações futuras.

Conforme Rosa, o livro na verdade é um exemplo de autonomia da Agptea e que “jamais deverá ser perdida”. “A Associação vem crescendo e, vendo o patrimônio alcançado pela entidade, imagino o orgulho que os dois primeiros presidentes, Luiz Oswaldo Calvete Corrêa e Inácio Gomes Moreira, estariam sentindo”, observou. Para o professor, hoje, os principais patrimônios da Agptea são o social, o político e o humano, que são revigorados a cada comunicação feita aos associados.

Ao se referir aos encontros estaduais de professores do ensino agrícola, Rosa disse que fica emocionado ao rever professores que jamais esmoreceram na sua luta, apesar das dificuldades enfrentadas. Segundo ele, a Agptea teve três grandes pilares de luta. “Lutava por um órgão específico na Secretaria da Educação para apoiar o ensino técnico agrícola, pela formação dos professores e por sua qualificação. Na questão da qualificação, conforme Rosa, as diretorias das escolas perceberam que os encontros estaduais são fundamentais para requalificar e motivar. “Os encontros precisam ser cada vez mais encantadores para que os professores retornem às escolas e estimulem os que não compareceram a participar do próximo evento”, destacou.

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